A cidade monstro te engole
E te digere nas esquinas
Consomem seu corpo e sua alma
E te joga nos becos
Como se fossem latrinas
Um monstro gigante, frio, duro e cinza
Que destrói a esperança
No impermeável do concreto
Corrompe a mais pura criança
E segue seu maldito futuro incerto

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