domingo, 4 de agosto de 2013

IlimitadaMENTE

    As vezes viajo em pensamentos, alguns inúteis, outros extremamente extraordinários, não existe um limite pra sua mente!
  Pensamentos que pensam pensamentos ideias de como ter uma ideia, infinitas possibilidades aprisionadas no único lugar que ninguém pode invadir ou roubar, pelo menos por enquanto...
  Sua mente é o seu verdadeiro “eu” lá nada te prende, admita você com certeza já matou alguém em mente, quem nunca?
  Um pensamento por mais imundo e podre que seja, não é capas de danificar o meio real da coisa, mas a partir do momento que essa ideia se torna um ato a história muda, Não de limites a mente, apenas limite o que sai dela.

Música - Acorde, levante, lute

"Proprietários, latifundiários
Ninguém nesse mundo pode te mudar
Porém não espere por esse direito
Acorde, levante, lute

Pois tu és o filho da natureza (ah,ah,ah,ah)

Ao longo dos anos sempre foi assim (ah,ah,ah,jah)
Agora não pode ser adulterado
Da cinco, my brother estou do teu lado

E tens o direito de ser livre (ah,ah,ah,ah)
Ninguém nesse mundo pode impedir (ah,ah,ah,jah)
Porém não espere por esse direito
Acorde, levante, lute


segunda-feira, 29 de julho de 2013

A Servidão Moderna


A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários. 

O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de ATACAR DE FRENTE A ORGANIZAÇÃO DOMINANTE DO MUNDO.

Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.

Capítulos do Filme e do Livro:
I: Epigrafo
II: A servidão voluntária
III: A organização territorial e o habitat
V: A Alimentação
VI: A destruição do meio ambiente
VIII: A colonização de todos os setores da vida
IX: A medicina mercantil
X: A obediência como segunda natureza
XI: A repressão e a violência
XII: o dinheiro
XIII: Não há alternativa na organização social dominante
XIV: A imagem
XV: A diversão
XVI: A linguagem
XVII: A ilusão do voto e da democracia parlamentar
XVIII: O sistema mercantil totalitário
XIX: Perspectivas
XX: Epílogo

O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.

Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta.






sábado, 27 de julho de 2013

Falsa realidade verdadeira

 


  Sábios mesmo são aqueles que veem  a verdade da mentira e a mentira da verdade, acredite, nada é absoluto, cada um tem uma única e exclusiva perspectiva de realidade, temos desde um cara que vê todas as possibilidades de um acontecimento, até o cara que não consegue imaginar nada além daquilo que assiste na sua televisão.
  Num mundo onde tudo é verdade e tudo é mentira tentar ver o porquê das coisas, e realmente abrir os olhos para a realidade deveria ser algo primitivo um sexto sentido.

Veneno Lento

Tudo que se passa em sua mente
veneno lento
Tudo que se passa com seu ser
é veneno lento

Aquilo que se passa com você
Aquilo que seus olhos não enxergam
É o sofrimento que se faz bramido
Como um coveiro a sepultar quimeras

Todo alimento ingerido
veneno lento
Tudo que proferem os políticos
veneno lento

Aquilo que estraga o seu dia
Aquilo que se passa em sua casa
No mar da humana proliferação
É o medo, é o desalento, é o desconforto

Veneno lento
Lento Veneno
Mais que veneno
Veneno lento

Cidade Monstro




A cidade monstro te engole
E te digere nas esquinas
Consomem seu corpo e sua alma
E te joga nos becos 
Como se fossem latrinas

Um monstro gigante, frio, duro e cinza
Que destrói a esperança
No impermeável do concreto
Corrompe a mais pura criança
E segue seu maldito futuro incerto




quinta-feira, 18 de julho de 2013

Vencer na vida




 O que é vencer na vida? Como seria uma vida plena?
 Desde pequenos somos inseridos nesse estilo de vida que a sociedade atual leva, onde pra ser uma pessoa digna é necessário trabalhar duro, para podermos consumir e assim juntamente conquistar  a felicidade. Nos obrigam a vender nossa vida a troco de falsas necessidades materiais e emocionais. A hora vendida nunca volta e com isso desperdiçamos nossa vida ao tentaar 'ganhar a vida'

domingo, 14 de julho de 2013

Sem Humanos




 Por que existimos?

 Quem nunca se perguntou isso, o fato é, existimos com o propósito de destruir tudo e todos, isso soou meio agressivo não foi? Pois é, isso que fazemos.
 O ser humano é a espécie mais “inteligente”, porém a mais burra, aliás, devíamos usar a palavra ”humano” para indicar uma pessoa com baixa quantidade de Q.I. e não  “burro”, procure no reino animal uma espécie que mata um semelhante por coisas fúteis e inúteis, procure na natureza uma espécie que destrói seu meio ambiente e renomeia a destruição de evolução, não, não existe. Agora reflita em duas coisas, pense em um mundo com humanos, o que você vê?

 Agora pense em um mundo sem humanos, o que você vê?

 Bom eu pensei nas duas alternativas, e nas duas eu vi um mundo sem humanos.

Morte Sistemática

Morte Sistemática

Sistema, sistema, sistema
Morte em vida
Sistema, sistema, sistema
A faca do cirurgião
Sistema, sistema, sistema
Mexendo com fio elétrico.
Sistema, sistema, sistema
Uma criança nasce.

Pobre criança fodida, pobre criança pequena
Nunca pediu para viver, não ela nunca pediu
Pobre bebê pequeno, pobre pequeno neném
Chorando por comida enquanto seus pais brigam
Chorando por comida enquanto seus pais brigam

Sistema, sistema, sistema
Envie-o à escola
Sistema, sistema, sistema
Force-o a engatinhar
Sistema, sistema, sistema
Ensine-a como trapacear
Sistema, sistema, sistema
Chute a boca dele

Pobre estudante, pobre jovem
Eles irão bater de leve se for bom, e espancar se for mal
Pobre criança, pobre rapaz
Eles forçarão a encher a mente dele com a sua merda inútil
Eles forçarão a encher a mente de com sua merda inútil

Sistema, sistema, sistema
Eles a ensinarão como cozinhar
Sistema, sistema, sistema
A ensinarão como olhar
Sistema, sistema, sistema
Ensinarão a ela todos os truques
Sistema, sistema, sistema
Criarão uma nova vítima para suas ferroadas nojentas

Pobre menina pequena, pobre garota
Outro objeto para se beliscar e se esfregar
Pobre docinho, pequena mocinha
Eles foderão sua mente para se aproveitar de sua imbecilidade
Eles foderão sua mente para se aproveitar de sua imbecilidade

Sistema, sistema, sistema
Ele nasceu para se um homem
Sistema, sistema, sistema
Ele foi ensinado para traçar planos
Sistema, sistema, sistema
Quarenta anos de trabalhos
Sistema, sistema, sistema
Pressionando botões, baixando maçanetas

Pobre trabalhador fodido, pobre pequeno servo
Trabalhando como uma mula pela metade do que vale
Pobre pequeno corrupto, pobre pequena gente
Trabalhando pelo dinheiro que ele já gastou
Trabalhando pelo dinheiro que ele já gastou

Ele está vendendo sua vida,
E ela é sua fiel esposa
Tímida como um rato,
Ela tem sua casinha
Ele tem seu carrinho,
E eles dividem o coquetel no bar
Ela gosta de fazer a comida dele,
Você sabe, algo que o agrada
Ás vezes ele trabalha até tarde,
E sua esposa tem que esperar
Mas ela realmente não se importa
Porque ele está se atrasando
Ele gosta de ficar fora
Exatamente quando chove
Porque toda as contas
São o custo de viver o mês
Eles esperam cada semana
Pela chegada de um intervalinho
Então eles podem fazer uma viagem,
E fazer tudo o que não podem normalmente
Ela gostaria muito de ter uma pele,
E ele, de um grande carro
Eles poderiam comprar um bangalô
E ter uma porta georgiana à mostra
Ele pensa em deixar o trabalho,
Mas não, ele não quer faltar ao dever
Ele prefere muito mais continuar
E receber seu pagamento honesto do dia
Ele tem a vida de trabalhos,
Sem tempo nem para morrer
Ela tentou ser legal,
E ele disse 'muito obrigado' uma ou duas vezes

Sistema, sistema, sistema
Privados de qualquer esperança
Sistema, sistema, sistema
Ensinados a não enfrentar nada
Sistema, sistema, sistema
Escravos desde o início
Sistema, sistema, sistema
Até que a morte os separe

Pobres fodidos, que casal medíocre
Tiveram suas vidas roubadas, mas eles realmente não se importam
Pobres pequenos queridos, apenas seu povo ordinário
Vítimas do sistema e das suas piadas cruéis
Vítimas do sistema e das suas piadas cruéis

O casal veem os escombros
E sonham com o 'lar doce lar'
Eles quase tinham terminado a hipoteca
Quando o sistema jogou sua bomba.