foda-se a Luiza Mel e seus cachorrinhos
foda-se o traficante morto em jacarta
e a porra dos seus pratos de comida
e suas poses maneiras
e sua ultima bebedeira
foda-se sua vida
ninguem se importa
então foda-se
Foda-se o futebol
e a porra do novo jogador contratado
foda-se seu corte de cabelo
sua opinião é irrelevante
seu grito não será ouvido
Seus gostos são um lixo
como sua vida
como minha vida
como a vida de todo mundo
Mente Controv3rsa
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
domingo, 4 de agosto de 2013
IlimitadaMENTE
As vezes viajo em
pensamentos, alguns inúteis, outros extremamente extraordinários, não existe um
limite pra sua mente!
Pensamentos que
pensam pensamentos ideias de como ter uma ideia, infinitas possibilidades
aprisionadas no único lugar que ninguém pode invadir ou roubar, pelo menos por
enquanto...
Sua mente é o seu
verdadeiro “eu” lá nada te prende, admita você com certeza já matou alguém em
mente, quem nunca?
Um pensamento por
mais imundo e podre que seja, não é capas de danificar o meio real da coisa,
mas a partir do momento que essa ideia se torna um ato a história muda, Não de
limites a mente, apenas limite o que sai dela.
Música - Acorde, levante, lute
"Proprietários, latifundiários
Ninguém nesse mundo pode te mudar
Porém não espere por esse direito
Acorde, levante, lute
Pois tu és o filho da natureza (ah,ah,ah,ah)
Ao longo dos anos sempre foi assim (ah,ah,ah,jah)
Agora não pode ser adulterado
Da cinco, my brother estou do teu lado
E tens o direito de ser livre (ah,ah,ah,ah)
Ninguém nesse mundo pode impedir (ah,ah,ah,jah)
Porém não espere por esse direito
Acorde, levante, lute
segunda-feira, 29 de julho de 2013
A Servidão Moderna
A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários.
O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de ATACAR DE FRENTE A ORGANIZAÇÃO DOMINANTE DO MUNDO.
Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.
Capítulos do Filme e do Livro:
I: Epigrafo
II: A servidão voluntária
III: A organização territorial e o habitat
V: A Alimentação
VI: A destruição do meio ambiente
VIII: A colonização de todos os setores da vida
IX: A medicina mercantil
X: A obediência como segunda natureza
XI: A repressão e a violência
XII: o dinheiro
XIII: Não há alternativa na organização social dominante
XIV: A imagem
XV: A diversão
XVI: A linguagem
XVII: A ilusão do voto e da democracia parlamentar
XVIII: O sistema mercantil totalitário
XIX: Perspectivas
XX: Epílogo
O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.
Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta.
O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de ATACAR DE FRENTE A ORGANIZAÇÃO DOMINANTE DO MUNDO.
Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.
Capítulos do Filme e do Livro:
I: Epigrafo
II: A servidão voluntária
III: A organização territorial e o habitat
V: A Alimentação
VI: A destruição do meio ambiente
VIII: A colonização de todos os setores da vida
IX: A medicina mercantil
X: A obediência como segunda natureza
XI: A repressão e a violência
XII: o dinheiro
XIII: Não há alternativa na organização social dominante
XIV: A imagem
XV: A diversão
XVI: A linguagem
XVII: A ilusão do voto e da democracia parlamentar
XVIII: O sistema mercantil totalitário
XIX: Perspectivas
XX: Epílogo
O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.
Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta.
sábado, 27 de julho de 2013
Falsa realidade verdadeira
Sábios mesmo são aqueles que veem a verdade da mentira e a mentira da verdade, acredite, nada é absoluto, cada um tem uma única e exclusiva perspectiva de realidade, temos desde um cara que vê todas as possibilidades de um acontecimento, até o cara que não consegue imaginar nada além daquilo que assiste na sua televisão.
Num mundo onde tudo é verdade e tudo é mentira tentar ver o
porquê das coisas, e realmente abrir os olhos para a realidade deveria ser algo
primitivo um sexto sentido.
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